Mulher amada e que amou muito, foi a musa inspiradora de vários compositores brasileiros, que lhe dedicaram várias obras, como Heitor Villa-Lobos, Camargo Guarniei, Marlos Nobre e Ronaldo Miranda, entre outros.
Sua casa era o palco de encontros de intelectuais que respiravam arte. Um de seus maiores méritos era o de agregar, e não o de destruir, e seu lado visionário a fez assinar o documento pela Paz ao lado de Candido Portinari e Pablo Picasso.
Deixou um legado que é a Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino de Campos. O conjunto se apresentou, no mês passado, em sete concertos nos Estados Unidos, precisamente em Nova Iorque, no Weill Hall, que é a sala menor do famoso Carnegie Hall, assim como em escolas de música, com grande sucesso.
A orquestra levou 102 integrantes sob a regência de Mauricio Carneiro tendo como solista a soprano brasileira Angélica de la Riva, incluindo no programa a Sinfonia nº4 de Tchaikovsky.





